Queremos que o aluno tenha voz e vez. Para isso, nos espelhamos na preocupação que os educadores têm ao tratar o aluno como agente e não como mero paciente. Queremos que o aluno seja, que haja, que viva. Sempre gostamos da participação, da luta coletiva. Vamos aprender muito no Grêmio. Ele será nossa escola dentro da escola. Os grêmios da atualidade não devem ser uma tentativa de imitar os grêmios do passado. Temos de encontrar um novo caminho e acreditamos que estamos dando apenas o primeiro passo.
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